- mas quando foi que isso começou? -
E permaneceu quieto, atônito no meio daquele ambiente verde, úmido, com árvores bastante altas e um som escondido por entre as nuvens. Coisa linda de se ver.
Mas aí ele olha pro lado, pro outro, e fica se perguntando quando, como e por que havia chegado ali. Sem sucesso. O tubo de sonhos estava intacto.Ele desacreditou.
Pensou coisas e coisas, se perguntando como seria possível. Vez pós vez, dia após dia vagando pela floresta sem a menor ideia do que poderia estar acontecendo. De verdade. O dia não virava noite, as nuvens não se moviam. Ele não sabia. Não precisava saber.
Ao longe, a grade. Apenas uma grade, enorme, que separava por um letreiro escrito à mão:
"paraíso".
Sem consciência, separado do aqui e do paraíso por uma grade.
segunda-feira, 18 de março de 2013
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