Tudo tranquilo, tudo normal na casa. Os pássaros cantando do lado de fora da janela e ela ali, na janela olhando e dando a última tragada do último cigarro do mês.
No olhar, carregava a compaixão de que nada deve ser aprisionado, mas sim querido, conquistado, de maneira pura e inocente, onde haja a intenção e vontade de voltar.
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