segunda-feira, 18 de novembro de 2013

2 dias em claro.

Pensando no que fazer no dia seguinte. Vendo quelas pessoas, ouvindo músicas e fazendo músicas de entendimento próprio. Olhava para os olhos dela, e notava que a moça não estava tão bem quanto aparentava estar, apesar de portar um enorme sorriso no rosto. É foda. É algo que também nunca vou entender. Ouvindo todas aquelas vozes, tragando todas aquelas fumaças diferentes e sentindo perfumes diferentes em peles diferentes, de variadas cores, tons, sabores e histórias.

- A história dela era a que eu menos queria saber.

Mesmo assim, se aproximou e disse oi.
Roubou as chaves do meu carro, me drogou, me amou e disse que na manhã seguinte fugiríamos pra qualquer lugar, outro lugar, qualquer lugar no sul do país.

- Tudo mentira.

Nessas horas a gente precisa de um cigarro, mas passar raiva e ansiedade talvez seja bom pra aprender que flores devemos cheirar, de quais copos devemos beber e com quais bocas devemos interagir. Tudo muito difícil.

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