sexta-feira, 27 de maio de 2016

Idílio sobre amor (o primeiro deles)

"Até que a morte nos separe."
"Nunca conheci ninguém como você."
"Você é tudo pra mim...."

Sofrimento abafado por expectativas incertas.
"Não é você. Sou eu"
Várias ações que não fazem sentido agora, quem dirá depois.
O amor é fogo... que arde sem se ver.
é ferida que dói e não se sente
que machuca, queima, arde e assassina
seu ego.

Deixar de viver. Viver em prol de outrem. Quão estranho pode ser isso?
Arrepender-se
Deixar de ser quem se é por um delírio.
Delírios, no geral.
"Eu te amo"
estar cansado(a) de pensar e de ser.
Tramar fugas para situações em que entrou por si só.
Tentar entender como funciona essa condição humana.
Diluir o ego a ponto de não se importar com o que se é, mas para quem se é.
Ansiedade, desgosto e necessidades que nunca serão supridas.
Durante o ato, fala-se coisas.


Somos todos livres, porém não suportamos a solidão.
(Talvez essa seja uma das condições de existência humana)

Chega a ser paradoxal;
Amando e estando só no meio de si mesmo, esperando do outro as respostas para si.
Esperando do outro a resposta para o caos.
Estar sempre pronto para o pior.
Prender estando preso.
Quase uma ilusão de liberdade; boa; feita justa e absolutamente por nós, para nós, para que nos aborreçamos mais tarde, até o fim de nossas vidas. Seja pelo excesso ou falta que estará sempre presente em nossas mentes.
Estar acordado e sentir sono a todo instante.

Não sabemos do que se trata tal sentimento. Não sabemos se é um sentimento.

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